Autocosmo.
O universo e a energia se criam por condensação do espaço denso.
Processa-se e produz energia e matéria.
Transforma-se em varias fases.
Evolui e condensa maior quantidade de energia na matéria.
Desintegra-se e desaparece por processos de fusão e fissão nuclear, e radiação e
Desaparece.
Enquanto em outras partes do cosmo se reestrutura e inicia outra criação.
ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA.
TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.
Autor. Ancelmo Luiz graceli.
A ORIGEM DA TRANSLAÇÃO.
Teoria da relação entre os fenômenos da astrofísica e a astronomia.
Os astros se formam em translação.
Unificação entre a astrofísica e a astronomia.
OS FENÔMENOS ASTROFÍSICOS DETERMINAM OS ASTRONÔMICOS.
Conforme a produção de energia, altas temperatura e radiação ocorrem a desintegração de astros na forma de radiação e materiais em altas temperatura liberada no espaço, que vão formar atmosfera, aurora boreal, que vai ser locomover para o equador pela ação do magnetismo, formando anéis de gases, que ao se afastar pela ação da radiação vai se formar em discos de esferas em seu torno e não muito longe do equador. A partir daí vai se formar numa esfera maior que já será um meteorito ou um asteróide.
OS ASTROS ANTES NASCEREM JÁ POSSUEM TRANSLAÇÃO.
Durante o processo de formação do secundário que inicia com a radiação e a atmosfera. Que este material de gases e aurora boreal já acompanha a rotação do astro produtor. Ou seja, mesmo antes de ser um meteorito, asteróide ou astro, durante a sua gestação o futuro astro nasce em translação. Pois, da rotação se dará inicio a translação. Os gases e aurora boreal desenvolvem rotação em torno do primário. Os anéis em se encontram em outro estagio já desenvolvem translação. O mesmo acontece com os discos, esferas menores.
EQUIVALÊNCIA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA COM A ROTAÇÃO E A TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO.
Confirma-se que conforme a produção de processos de fusões nuclear haverá na mesma proporção à produção de energia do primário e a sua rotação, que vai produzir secundários com translação equivalente.
ASTRONOMIA .
.
Vigésima teoria de astronomia graceliana.
EFEITO GRACELI. UM
magnetismo espacial.
A translação dos secundários inicia pela rotação do primário, e que o secundário passa a desenvolver a sua translação conforme a rotação do primário. Com isto a inclinação de translação dos secundários segue o eixo de inclinação do equador dos primários.
Por isto que toda inclinação de translação de secundários próxima inclinação de rotação de primários é grande.
URANO.
Isto se confirma na inclinação de translação dos satélites de júpiter, saturno e urano. Pois no caso de urano que tem um eixo de 97,9 graus em relação a eclíptica os seus satélites tem também esta inclinação em relação a eclíptica, ou seja, segue o eixo do equador de urano.
SATURNO.
Os satélites de saturno também seguem o eixo do equador de saturno, ou seja, teve um inicio com a rotação de saturno. Porem a partir de titã com 0,33 graus. Hipérion com 0,5 graus. Japet com 15 graus. E febe com 150 graus. Ou seja, dá para ver que a inclinação é crescente progressivamente com os mais distantes.
Júpiter.
O mesmo acontece com os satélites de júpiter no que se trata de ser originado pelo primário, e que segue o eixo do equador do mesmo. E a partir de um afastamento passa a um aumento crescente progressivamente conforme o diâmetro do próprio satélite.
Porem, a inclinação de translação dos satélites, dos planetas, cometas e asteróides iniciam um pouco crescente e volta a diminuir, e depois conforme o astro vai se distanciando do efeito da radiação do primário e vai gastando e desintegrando a sua energia a inclinação aumenta progressivamente.
EXCENTRICIDADE.
O mesmo acontece com a excentricidade que tem um grau de órbita um pouco grande volta a diminuir e depois cresce progressivamente. isto se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.
INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO [AXIAL].
O mesmo acontece com a inclinação de rotação que tem uma origem um pouco grande e depois diminui e volta a crescer progressivamente e infinitamente conforme o astro vai se desintegrando e gastando a sua energia.
RESPOSTA.
O astro quando está se originando sofre a ação da radiação do primário que diminui a sua estabilidade, por isto que tem uma inclinação de rotação um pouco grande. E também de excentricidade e de inclinação de translação.
Ao se afastar um pouco se aproxima do eixo do primário, e depois a instabilidade volta a crescer progressiva e infinitamente.
O EFEITO GRACELI É A ESTABILIDADE DO ASTRO. OU SEJA, É A PASSAGEM DO INSTÁVEL PARA O ESTÁVEL E DO ESTÁVEL PARA O INSTÁVEL.
Ou seja, o crescente para o decrescente, e retornando ao crescente infinitamente.
Ou seja, o astro poderia continuar a sua trajetória crescente progressivamente.Mas não, ele se retrai e diminui, para depois voltar a ser crescente.
Isto também acontece com a dinâmica.
O MAGNETISMO ESPACIAL QUE PRODUZ OS ANÉIS E DISCOS ANTES DOS ASTROS SE ESFERIFICAR, TEM UM ALCANCE PROPORCIONAL A ENERGIA DO PRIMÁRIO.
Ou seja, quanto maior a energia do primário, maior é o alcance e a ação de intensidade no espaço.
Ou seja, do sol pode chegar próximo a júpiter.
De júpiter próximo a ganimedes.
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O magnetismo espacial que faz com que o secundário venha a ter uma inclinação rotacional e orbital diminuída, para só depois ao se afastar poder ser crescente.
Que também faz com o secundário acompanhe o primário pelo espaço afora. Isto é até quando o efeito magnético espacial tem alcance. Depois o secundário passa a se afastar e a produzir a sua própria rota e órbita no espaço.
Por isto que o secundário carrega consigo os seus filhotes espaço afora. Ou seja, esta é a explica porque mesmo produzindo a sua dinâmica e órbita os secundários acompanham os primários. Como se estivessem agarrados aos primários.
Só depois, como nos secundários afastados, cometas e asteróides vemos astros desgarrados e livres no espaço.
O EFEITO GRACELI É.
1- a faixa de magnetismo espacial.
2- O alinhamento dos secundários por uma faixa invisível que se prolonga no espaço, depois de estarem desalinhados.
3- O acompanhamento dos secundários pelo espaço afora, por causa desta faixa de magnetismo espacial.
4- A anelização de gases antes de se forma em esfera por causa do magnetismo espacial.
5- Como no caso do equador, também o magnetismo espacial é uma faixa de ação que puxa e direciona os secundários e gases ao encontro no espaço da ação de pólos que direciona para este encontro.
6- O encontro é onde está o magnetismo na sua máxima ação.
Diâmetro de júpiter. 142.900 * 10 = 1.142.900. Para distancia entre ganimedes e Calisto - satélites de júpiter.
Diâmetro de saturno. 120.900 * 10 = 1.120.900. Para distancia entre Réia e Hipérion –
satélites de saturno.
Ou seja, a certo afastamento a faixa de ação do efeito graceli decresce e o secundário, passa a se afastar e a produzir uma instabilidade orbital e de inclinação no espaço e uma dinâmica livre.
EFEITO GRACELI DOIS.
PRESSÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ASTROS E NA ESFERIFICAÇÃO.
EFEITO GRACELI TRÊS.
AGLUTINAÇÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ENERGETICUNS E DA ENERGIA E MATÉRIA.
EFEITO GRACELI QUATRO.
FLUXO E RETORNO NA PRODUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.
DE LEVES A PESADOS E DE PESADOS A LEVES.
EFEITO GRACELI CINCO.
ALTERNÂNCIA NO AGENTE CAUSADOR DA TRANSLAÇÃO.
PRIMEIRO A ENERGIA, RADIAÇÃO, ROTAÇÃO E MAGNETISMO DO PRIMÁRIO.
DEPOIS O PRÓPRIO ASTRO PASSA A PRODUZIR A SUA TRANSLAÇÃO.
EFEITO GRACELI SEIS.
FLUXO NA PRODUÇÃO DO COSMO E NA PRODUÇÃO DOS ASTROS E DOS ELEMENTOS.
Efeito graceli sete.
Alinhamento cósmico pelo magnetismo e rotação do primário produtor.
Décima quinta teoria de astronomia graceliana.
ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA
QUINTA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.
Autor. Ancelmo Luiz graceli.
A ORIGEM DA TRANSLAÇÃO.
Teoria da relação entre os fenômenos da astrofísica e a astronomia.
Os astros se formam em translação.
Unificação entre a astrofísica e a astronomia.
OS FENÔMENOS ASTROFÍSICOS DETERMINAM OS ASTRONÔMICOS.
Conforme a produção de energia, altas temperatura e radiação ocorrem a desintegração de astros na forma de radiação e materiais em altas temperatura liberada no espaço, que vão formar atmosfera, aurora boreal, que vai ser locomover para o equador pela ação do magnetismo, formando anéis de gases, que ao se afastar pela ação da radiação vai se formar em discos de esferas em seu torno e não muito longe do equador. A partir daí vai se formar numa esfera maior que já será um meteorito ou um asteróide.
OS ASTROS ANTES NASCEREM JÁ POSSUEM TRANSLAÇÃO.
Durante o processo de formação do secundário que inicia com a radiação e a atmosfera. Que este material de gases e aurora boreal já acompanha a rotação do astro produtor. Ou seja, mesmo antes de ser um meteorito, asteróide ou astro, durante a sua gestação o futuro astro nasce em translação. Pois, da rotação se dará inicio a translação. Os gases e aurora boreal desenvolvem rotação em torno do primário. Os anéis em se encontram em outro estagio já desenvolvem translação. O mesmo acontece com os discos, esferas menores.
EQUIVALÊNCIA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA COM A ROTAÇÃO E A TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO.
Confirma-se que conforme a produção de processos de fusões nuclear haverá na mesma proporção à produção de energia do primário e a sua rotação, que vai produzir secundários com translação equivalente.
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